quinta-feira, 31 de maio de 2007

ECONOMIA

Ibovespa abre em alta e real sobe

SÃO PAULO - O Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) abriu nesta quinta-feira em alta e, após dez minutos de negociações, subiu 0,53%, para 52.808 pontos, enquanto o real ganhou 0,36% frente ao dólar na abertura, que era vendido a R$ 1,953.

O Ibovespa operava 281 pontos acima nos 52.527 do fechamento da quarta-feira, quando subira 1,57% e chegou a um novo recorde.

No mercado de câmbio, o real subiu 0,36% frente ao dólar, que era vendido a R$ 1,935, após ter fechado em R$ 1,942 na quarta-feira, quando a moeda brasileira subira 0,46% frente à americana.

O volume contratado após vinte minutos de negociações era de R$ 362,7 milhões, com 14.473 negócios registrados.
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O mercado de ações está crescendo no Brasil e o número de investidores de diversas camadas sociais também, a queda do dólar frente ao maior volume de exportações contra as importações idem, resta saber até aonde esse cenário irá se aguentar, economicamente está bom até demais.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

EMPREGO

Tendência do mercado de trabalho é pelo aumento da formalidade


O número de ocupados sem carteira assinada vem apresentando uma tendência de queda frente trajetórias de alta observadas entre os ocupados com carteira e por conta-própria. Para o economista Fabio Romão, da LCA Consultores, a queda do desemprego ainda depende de taxas de crescimento do PIB superiores a 4%.


Íntegra do Texto

O mercado de trabalho no Brasil tem apresentado desde fevereiro de 2005 um movimento a favor da formalidade. É o que mostra a evolução interanual do estoque de ocupados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (4% ao ano. Você percebe no seu dia-a-dia essa maior formalização?
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Como estou desempregado a pouco mais de 10 meses, ainda não senti esse movimento, espero ser atingido por ele o quanto antes.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

CRÔNICA

A fé e a faca amolada

Extraído: Jornalista Cláudio Paiva ( colunista do jornal o Globo )

Fui batizado numa igreja católica, mas meus pais, como a imensa maioria do povo brasileiro, sempre misturaram alhos com bugalhos. Lembro de uma senhora que ia lá em casa rezar a família. Era uma nordestina adorável que recebia o caboclo Tupinambá. Nunca me esqueci da casa cheirando a defumador. De vez em quando, nosso “personal-pai-de-santo” receitava um “banho de descarrego”. Mamãe preparava uma infusão de ervas e jogava aquele negócio na gente. Levávamos dias achando folhinha de não sei o quê em lugares que vocês nem imaginam! Teve a fase da devoção a Iemanjá. Quando compramos um fusquinha, minha mãe inventou uma espécie de drive-thru da fé. Ela dirigia até a praia, abria a janela e jogava flores para a Rainha do Mar. Tudo muito prático. Depois vieram Escrava Anastácia, Santo Expedito, Xangô e Cosme e Damião. Na lavanderia tinha um altar improvisado com a imagem dos santos gêmeos e um pires onde minha mãe botava moedinhas em troca de pedidos. Quando a situação apertava, ela pedia licença e recolhia de volta o dinheiro.

À igreja católica só voltei para fazer a primeira comunhão. Como estávamos duros na época, herdei a roupa e a vela dos meus irmãos. Meu pai se dava ao trabalho de cortar a ponta queimada com uma faca para fingir que era nova. Sobrou pra mim uma vela meio curtinha. Mas tive direito a santinho com meu nome em letras douradas. As fotos é que só foram feitas depois. Papai comprou um filme, me fez vestir a roupa branca, segurar a vela cotó e posar em frente ao portão da garagem como se tivesse feito a comunhão ali mesmo.

Me lembro de tentar acompanhar uma ou outra missa, mas sempre fui meio desajeitado para a coisa. Ficava folheando meu livrinho de catecismo e só achava a página certa quando todo mundo já estava dizendo “amém”. Com o tempo, aprendi a ficar mexendo a boca para ninguém notar que eu estava perdido. Só sabia onde ficava o Pai Nosso, que eu rezava com muito entusiasmo. Até hoje é a única reza que sei de cor. Na adolescência fui algumas vezes uma missa meio moderninha, com guitarra tudo, só para azarar as meninas na saída. Deus há de me perdoar por isso. Anos depois me casei na igreja e minhas duas filhas foram batizadas como eu fui. A menor (que está cada vez maior!) estuda no São Vicente, uma escola que admiro por sua conduta humanista.

Missa, agora, só de sétimo dia, quando morre algum conhecido. Das sessões com o caboclo Tupinambá, adaptei alguns rituais. Tomo banho quente quando estou “carregado” e acendo incensos pela casa. Nada de defumador. Uso incenso da L’Occitane. Virei um macumbeiro meio metido a besta. Com meus pais, aprendi ter fé. Não sei bem no quê, mas eu tenho.
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A maioria dos brasileiros são assim, não sabem de que religião são verdadeiramente, fazem um tremendo sincretismo religioso, uma hora acendem uma vela para Deus e outra hora, uma para o diabo.

ECONOMIA

Minério brasileiro tem o royalty mais baixo

Rio, 28 de Maio de 2007 - Divergências na interpretação da legislação estão causando ações judiciais bilionárias. As alíquotas de royalties sobre a exploração mineral no subsolo brasileiro estão entre as menores do mundo.Uma das intenções com o marco regulatório é evitar as divergências de interpretação da legislação atual, que estão causando bilionárias ações judiciais. Do outro lado, o Ibram , que representa as mineradoras, afirma que outros impostos encarecem de forma expressiva a atividade, ponderação também feita pelo secretário do MME.


Integra do texto

Rio, 28 de Maio de 2007 - Divergências na interpretação da legislação estão causando ações judiciais bilionárias. As alíquotas de royalties sobre a exploração mineral no subsolo brasileiro estão entre as menores do mundo. Para ouro, por exemplo, é de 1% do faturamento líquido, e para minério de ferro e diamantes, de 2%. Os dados fazem parte de um levantamento ao qual a Gazeta Mercantil teve acesso e que estarão num estudo que a Secretaria de Mineração e Metalurgia do Ministério de Minas e Energia entregará ao novo ministro, para que se prepare o marco regulatório do setor. "Assim que o ministro assumir, vamos entregar um relatório preliminar com a realidade do setor", disse a este jornal o secretário do MME, Claudio Scliar.


Uma das intenções com o marco regulatório é evitar as divergências de interpretação da legislação atual, que estão causando bilionárias ações judiciais. "Achamos que as mineradoras têm todo mérito pelos lucros que obtêm, mas achamos que têm de dividir um pouco com a pátria", afirma o presidente da Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais (Amig), Waldir Salvador. Do outro lado, o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que representa as mineradoras, afirma que outros impostos encarecem de forma expressiva a atividade, ponderação também feita pelo secretário do MME.

Nessa disputa, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) calcula um passivo de R$ 2,5 bilhões supostamente devido pelas mineradoras.


Também faz parte do projeto, que será levado ao Congresso, a questão da diferença entre royalties pagos pela Petrobras e pelas mineradoras. "É uma comparação absolutamente infeliz", rebate Paulo Camilo Penna, presidente do Ibram.
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É brincadeira, enquanto nós, pobres mortais pagamos uma infinidade de impostos ao governo, logo as mineradoras, que vivem da destruição do meio ambiente, extraindo as riquezas naturais, acham que já pagam muito tributo. Tem de rever a legislação sim, o quanto antes, nesse caso o tributo deveria ser bem mais alto.

domingo, 27 de maio de 2007

SAÚDE

Vinho com moderação faz bem para saúde

Extraído: Jornalista Regina Neves ( Gazeta Mercantil)

Leitores querem confirmar se é de fato verdade que o vinho faz bem para a saúde. É verdade sim, desde que bebido com moderação, o que segundo o médico Arthur de Azevedo, presidente da Associação Brasileira de Sommeliers de São Paulo (ABS-SP) que reúne experts e amantes do vinho, significa duas taças por dia para homens e uma taça para mulheres.
Os efeitos terapêuticos do vinho já eram conhecidos de forma empírica desde os primórdios da medicina e em tempos mais recentes têm sido objeto de pesquisas na Europa e Estados Unidos. Na década de 90, foram divulgados trabalhos científicos que comprovaram a importância do vinho na prevenção de cardiopatias e derrames cerebrais, além de ajudarem a aumentar a longevidade.

Quando as pesquisas sobre o “Paradoxo Francês” foram mostradas em 1991, no programa de TV norteamericano “60 Minutes”, da CBS, as virtudes do vinho não deixaram mais de ser citadas. O “Paradoxo Francês” mostrou que a chamada “dieta mediterrânea” que usa o vinho e o azeite de oliva em no dia-a-dia faz a população francesa, apesar dos seus molhos cremosos e ricos em gordura, ser menos propensa a ataques cardíacos do que outros povos de países industrializados. Em linhas gerais o vinho ajuda a evitar doenças cardíacas, combater alguns tipos deo câncer , prevenir úlceras, proteger contra o Mal de Alzheimer e evitar doenças cardíacas.

O vinho também tem importantes propriedades nutricionais e de medicina preventiva. Ele combate as enfermidades cardiovasculares e colesterol, tem comprovada ação bactericida e antiviral, facilita a digestão e retarda o envelhecimento celular e orgânico. Arthur Azevedo diz que tanto o vinho tinto quanto o branco tem uma boa ação medicinal.

Tudo, claro, começa com a uva. Tanto a fruta quanto seus derivados (do suco de uva ao vinho) se destacam entre os chamados “alimentos funcionais” devido principalmente ao poder antioxidante dos seus compostos fenólicos, como os pigmentos, que dão a aparência colorida aos alimentos e que estão relacionados com atividades antiinflamatórias, além de impedirem a aglomeração das plaquetas sanguíneas, e atuarem também contra radicais livres. As uvas e seus derivados são ricos em vários tipos destes compostos fenólicos, como os flavonóides, que apresentam efeito antioxidante e agem sobre a formação de radicais livres e diminuem os níveis de LDL-colesterol.


A catequina apresenta ação relacionada com a estimulação do sistema imunológico e com a redução do risco de doenças cardiovasculares Uvas e seus derivados também são uma importante fonte de resveratrol, composto que vem sendo associado a uma função cardiovascular saudável, aju- dando a proteger contra doenças do coração e reduz o risco de surgimento do diabetes tipo II.
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O vinho é uma ótima bebida, ainda mais nesta estação do ano que é um momento propício para apreciá-lo. Agora, é preciso bebê-lo com moderação, aí sim ele até pode contribuir para a nossa saúde.

sábado, 26 de maio de 2007

EDUCAÇÃO

Estudantes tem mais de 2 mil oportunidades de estágio

Rio - Universitários e estudantes do Ensino Médio encontram 2.176 oportunidades de estágio no Centro de Integração Empresa Escola do Rio de Janeiro (CIEE-RJ) e na Fundação Mudes, duas das principais agências de intermediação da capital.

Para quem está cursando o Ensino Médio, a oferta é de 623 vagas. No CIEE-RJ, os destaques são formação geral (210), administração de empresas (125), técnico em informática (80), técnico em eletrônica (32), técnico em mecânica (14), técnico em edificações (12) e técnico em enfermagem (10). Na Mudes, as melhores oportunidades são para formação geral (19), técnico em administração (18) e técnico em eletrônica (7).

Universitários na boa

Quem está no Ensino Superior pode escolher entre 1.553 chances. O CIEE-RJ conta com vagas para administração de empresas (356), direito (171), informática (131), ciências contábeis (66), engenharia civil (41), comunicação social (41), turismo (36), arquitetura e urbanismo (29), arquivologia (28), biblioteconomia (25), engenharia cartográfica (25), engenharia elétrica (24), marketing (24), ciências econômicas (20), fisioterapia (20) e análise de sistemas (19).

A Mudes seleciona para as áreas de administração (47), engenharia (22), informática (22), ciências contábeis (21), direito (13) e comunicação social (10), entre outras.

Os interessados nas vagas da Fundação Mudes devem comparecer à Avenida Nilo Peçanha 11, 5° andar, Centro. Informações pelo telefone 3094-1181. No CIEE-RJ, as inscrições são recebidas em dois endereços: na Rua Engenheiro Trindade 229, Campo Grande; e na Rua da Constituição 67, Centro. Informações pelo telefone 3526-7686.
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Ótimas oportunidades para estágio, tanto para o nível médio quanto para o nível universitário.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

INTERNET

Vírus com imagens do filme 'Piratas do Caribe' circula na rede


RIO - Os internautas que receberem um e-mail com uma foto de divulgação do filme Piratas do caribe devem ter cuidado. O PandaLabs, especializado em tecnologias de segurança, divulgou em comunicado que uma série de e-mails não solicitados (spam) utiliza o material publicitário do filme 'Piratas do Caribe' - que tem estréia nos cinemas nesta sexta-feira - para infectar o computador dos internautas com o vírus trojan Pirabbean.A.

O correio eletrônico, com o assunto "Pirates of the Caribbean: At world's end" (Piratas do Caribe: no fim do mundo), oferece dois links, aparentemente para o trailer do filme. Ao Clicar em qualquer um deles, o usuário desavisado autoriza o download do vírus Pirabbean.A.

De acordo com a PandaLabs, o trojan Pirabbean.A baixa um dialer (Dialer.KGC), que troca a conexão da Internet por outra de tarifa mais elevada. Ele também altera configurações do Internet Explorer, além de colocar duas URLs novas nos Favoritos. Ao visitar essas páginas, o PC é infectado com outros dialers.
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É bom ficar ligado, isso pode destruir a configuração do seu PC.

TECNOLOGIA

Sony cria tela dobrável que mostra imagem colorida em movimento


SÃO PAULO - A Sony anunciou o que afirma ser a primeira tela do mundo de tecnologia de eletroluminescência orgânica capaz de exibir imagens coloridas em movimento mesmo quando é curvada.
Segundo a agência Kyodo, a Sony informou na quinta-feira que a nova tela tem apenas 0,3 milímetro de espessura e é feita com um filme plástico que confere ao dispositivo flexibilidade. Isso permite que os usuários enrolem a tela como se fosse papel.
A Sony informou que a tela é capaz de exibir resolução de 80 pontos por polegada (ppi) e resolução de 120 por 160 pixels.
A agência publicou que analistas afirmam que com o desenvolvimento do produto a Sony assume liderança do mercado de telas de eletroluminescência (EL), formado por empresas que estão desenvolvendo telas similares com plásticos mais duros e que mostram imagens fixas.
A Kyodo divulgou que a Sony está se posicionando para tornar as telas EL como centro de seus esforços em telas planas avançadas.
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quinta-feira, 24 de maio de 2007

ECONOMIA

Economia não está aquecida o suficiente para diminuir desemprego, diz IBGE

RIO - O crescimento econômico do país não foi capaz de diminuir o desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país na avaliação do gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo. A taxa de desemprego ficou em 10,1% em abril, no mesmo percentual apurado em março, e levemente abaixo do registrado em abril de 2006, de 10,4%, o que estatisticamente é visto pelo organismo como estabilidade. É um cenário econômico que não está aquecido o suficiente para movimentar o mercado de trabalho , notou Azeredo. Toda melhora anunciada no cenário econômico não se refletiu no mercado de trabalho , completou.Para o gerente da pesquisa do IBGE, o principal problema é a estagnação na geração de vagas. Em abril, o número de postos de trabalho caiu 0,3% em relação a março, enquanto o total de pessoas em busca por uma vaga recuou 0,4%.
Essas variações, segundo o IBGE, denotam estabilidade em termos estatísticos. Em abril, eram 2,3 milhões de desempregados nas seis regiões. Havia uma expectativa na redução da taxa, que permanece em dois dígitos. O mercado de trabalho deixou a desejar, foi uma situação que não deslanchou. Não aconteceu o ponto de inflexão esperado , observou o gerente da pesquisa.O único item positivo verificado foi a maior formalização, com o aumento do emprego com carteira assinada e a redução do número de trabalhadores por conta própria, especialmente em São Paulo, onde o emprego com carteira assinada subiu 1,8% e o trabalho por conta própria caiu 5,2% em relação a março.
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O governo poderia dar uma mãozinha diminuindo o percentual de impostos cobrados as empresas, isso daria um pouco de fôlego para as contratações.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

MEIO AMBIENTE

Aquecimento pode provocar alergias e carrapatos, diz OMS


GENEBRA - A mudança climática pode ampliar a temporada de pólen e facilitar a difusão de carrapatos transmissores de doenças no norte da Europa, além de permitir que mosquitos prosperem em novas áreas da África e da Ásia, disseram autoridades de saúde pública nesta semana. De acordo com especialistas presentes na assembléia anual da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Genebra, o aquecimento global já começou a alterar os padrões de doenças parasitárias e transmitidas pela água em áreas vulneráveis a secas e inundações.

Problemas respiratórios e cardíacos podem se tornar mais marcantes depois de ondas de calor e de um aumento da presença de material particulado (poeira, por exemplo) no ar, de acordo com Bettina Menne, da divisão européia da OMS. Ela afirmou que o pólen, responsável por muitas alergias, pode ser liberado antes pelas plantas e ficar mais tempo no ar quando o clima é mais quente.

Ela também citou o movimento dos carrapatos transmissores da doença de Lyme para o norte da Europa, num exemplo dos novos desafios sanitários que vão acompanhar o contínuo aquecimento da Terra, um fenômeno que os cientistas atribuem principalmente à atividade humana.
- A mudança climática já afetou a saúde humana - disse na noite de segunda-feira, durante uma reunião técnica da OMS.

Surtos de cólera e malária em países em desenvolvimento são resultado de mudanças ambientais que afetam os parasitas e as fontes de água, segundo a especialista. O sul da Ásia foi descrito no evento como um local particularmente ameaçado, por ter países propensos a inundações, como Bangladesh, além do degelo de glaciais do Himalaia, áreas desertas e grandes cidades litorâneas, onde a mudança climática poderia facilitar a transmissão de doenças e exacerbar as pressões da desnutrição.

Maria Neira, diretora da OMS para saúde pública e meio ambiente, disse ser importante que os políticos lembrem que a mudança climática pode ter um impacto mais amplo do que outras ameaças ambientais e econômicas muito debatidas. Ela afirmou que os especialistas em saúde deveriam estar mais envolvidos nas decisões sobre uso e conservação de energia, e deveriam convencer os políticos sobre a necessidade de haver mais preparativos para crises sanitárias, o que incluiria a rápida distribuição de mosquiteiros e medicamentos contra a malária.

- A comunidade sanitária, mais e mais, precisa influenciar e estar presente quando essas decisões forem tomadas - afirmou.
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Doenças que já haviam sido erradicadas voltam a assolar principalmente os países desenvolvidos. É mais um motivo para eles se preocuparem e tomarem a frente nas medidas contra o aquecimento global.

TECNOLOGIA

Projeto de controle a Internet volta ao Senado



BRASÍLIA - Após ser retirado da pauta da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) em novembro passado, o polêmico projeto do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que tipifica os crimes praticados na Internet e cria um controle no acesso às informações ganhou uma nova versão e foi entregue à CCJ nesta semana. O projeto substitutivo não prevê mais que os usuários da Internet tenham que preencher um cadastro eletrônico para acessá-la, mas obriga que os provedores de Internet denunciem à polícia indícios de práticas criminosas que ocorram em suas redes.

A nova proposta define ainda o mecanismo de "legítima defesa" na Internet. A proposta cria um arcabouço jurídico dando amparo legal para que profissionais ou empresas de segurança da informação façam a interceptação de dados ou até mesmo invadam outras redes em nome da legítima defesa. Em tese, quando um desses profissionais notar que sua rede corre risco pode atacar seu algoz e alegar legítima defesa.

O projeto apresentado por Azeredo contém cerca de 600 tipificações de crimes cibernéticos. Entre eles, o roubo de senhas, a difusão de códigos maliciosos (vírus), a falsificação de celular, de cartão de crédito, o uso da rede para calúnia, injúria e difamação, atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública e ataques a redes de computadores.
Todas essas práticas ainda não estavam tipificadas no Código Penal brasileiro e, se aprovado o projeto, passarão a contar com penas que variam de multas à detenção. Acessar uma rede sem autorização, por exemplo, pode acarretar até dois anos de reclusão.

Conforme o substitutivo, além de denunciar à polícia indício de crimes praticados por usuários, é de obrigação dos provedores manter os dados de conexões dos usuários, com horários, datas e sites visitados pelo prazo de três anos e tornar as informações disponíveis às autoridades quando houver ordem judicial. Os provedores devem ainda, segundo o Substitutivo, pagar multa de R$ 2 mil a R$ 100 mil caso não atenda às obrigações de manter ou fornecer os dados solicitados pela Justiça.

A previsão é que o projeto não entre em votação ainda essa semana, já que a pauta da comissão está cheia com mensagens presidenciais e indicações para cargos federais que exigem sabatina no Senado, que têm prioridade. Porém, a assessoria do senador diz que, se o presidente da CCJ, senador Antônio Carlos Magalhães, quiser pode dar prioridade ao tema. Se aprovado da Comissão, o projeto ainda precisa ser aprovado no plenário do Senado Federal e terá que passar por votações em comissões e no plenário da Câmara dos Deputados.

Em seu discurso de entrega do Substitutivo à CCJ, Azeredo disse que seu projeto foi antes classificado erroneamente como "controle da Internet" e que "nada tem censor ou invasivo", como foi classificado durante a polêmica que envolveu o primeiro projeto.

Porém, o substitutivo já está causando reações contrárias. O presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abranet), Eduardo Parajo, espera que a apresentação de um código de auto-regulamentação tire da pauta o projeto de Azeredo.

- Nossa expectativa é que com a auto-regulamentação não seja necessário lei complementar. Até porque as leis já estão lá. Há o código-civil, o código-penal - afirma.
Parajo afirma que ainda não teve acesso ao substitutivo, mas que o projeto em si carrega um sentido de monitoramento dos usuários.

- Estão querendo que os provedores passem a ter um posicionamento de polícia. Isso não compete aos provedores. Entregamos as informações quando requisitados pela Justiça -afirmou.
Quanto a uma das questões mais polêmicas do projeto de lei, o armazenamento dos dados de usuários, Parajo afirma que o código determinará que os provedores mantenham os chamados logs - que identificam o usuário e seu histórico de navegação - por três anos.

- Haverá um alto custo para isso, mas os provedores estão comprometidos com o combate ao cyber crime.

Parajo espera que o código da Abranet seja apresentado nos próximos dias para o Comitê Gestor da Internet, para que ele receba sugestões. Depois de aprovado, os associados terão seis meses para se adaptar às novas regras.

O consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, por sua vez, disse que o projeto substitutivo ainda contém exageros no controle das atividades na Internet. Porém, afirmou que houve um grande avanço em relação à proposta apresentada em novembro.

- O projeto melhorou consideravelmente, mas ainda há artigos muito longos, o que em matéria penal não é aconselhável. Há ainda um certo exagero quando se obriga os provedores de acesso a denunciarem indícios de crime. Nosso ordenamento jurídico já prevê que o cidadão tem que denunciar o fato delituoso quando sabe - explica Bechara.
Ele comentou ainda que a CCJ deveria promover pelo menos mais uma audiência pública com a sociedade antes de colocar o projeto em votação no Senado.

- Acho que seria bom ter mais uma audiência pública, porque estamos delimitando mais um crime e é preciso debater isso com a sociedade - disse.

Contudo, Bechara diz que houve muitos avanços e que o senador soube acatar as críticas que tinha recebido no ano passado.

O Comitê Gestor da Internet, que congrega todos os setores da sociedade que interagem com a rede mundial de computadores, se reúne no próximo dia 1º de junho e deve debater a nova proposta.

O ministro das Comunicações, Hélio Costa, disse ao Terra que ainda precisa tomar mais conhecimento do projeto e, por isso, preferiu não opinar sobre as mudanças.

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O problema existe e é grave, muitas empresas são prejudicadas com a invasão de suas redes. O governo precisa resolver esta questão e todos tem de colaborar, mas, a responsabilidade tem de ser de uma área da polícia especialista em tecnologia.

terça-feira, 22 de maio de 2007

ECONOMIA

Paraguai pode seguir caminho da Bolívia, diz jornal

Um editorial do jornal paraguaio ABC Color afirma nesta terça-feira que o país pode seguir o caminho da Bolívia, país que nacionalizou recentemente suas reservas de gás natural, em meio a atritos com o Brasil.

O texto é o terceiro consecutivo em que os editorialistas destacam reivindicações paraguaias de renegociar o acordo bilateral da hidrelétrica de Itaipu, assinado durante os regimes militares dos anos 1970.

Diante da recusa brasileira em rediscutir o acordo, o jornal afirma que "está se dando no Paraguai o mesmo processo que na Bolívia ou no Panamá" – no último caso, uma alusão a episódios violentos que, nos anos 1960, evidenciaram a necessidade de os Estados Unidos devolverem a soberania panamenha ao canal que até então dominavam.

"Itaipu é para nós o problema do Canal do Panamá e dos hidrocarbonetos bolivianos ao mesmo. Em 1973, o leão brasileiro realizou a negociata de Itaipu com seu capanga, o ditador Alfredo Stroessner, ao assinar um tratado por si só infame já naquela época, em relação à maneira como concordaram na distribuição dos benefícios (95% para o Brasil, 5% para o Paraguai)", diz o jornal.

Para o ABC Color, o "povo paraguaio tem dois exemplos a seguir: o panamenho e o boliviano". O primeiro incluiria episódios de violência como os de 1964 no Panamá; o segundo se daria de maneira pacífica, mas através de disputas como as que envolveram os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Evo Morales.

A segunda opção, entretanto, "requere um fator essencial do qual neste momento nosso país lamentavelmente carece por completo: governantes patriotas, honestos e valentes", diz o ABC Color.


Outros destaques da imprensa


Entre outros destaques da imprensa internacional nesta terça-feira está ainda o escândalo de corrupção envolvendo o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau.

O argentino La Nación destacou que o escândalo de corrupção é "uma pedra no sapato da obra mais preciosa" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste segundo mandato: o tão alardeado Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

É que a Polícia Federal investiga a hipótese de que obras no valor de US$ 85 milhões foram aprovadas de maneira irregular por autoridades do primeiro escalão.

O La Nación observa que a pasta comandada por Silas Rondeau é um dos "pilares" do PAC, "que se propõe a executar uma ambiciosa lista de obras públicas de infra-estrutura e energia".

O correspondente do jornal em São Paulo nota que o escândalo está sendo acompanhado com "cautela e receio" pela "classe política brasileira". Cautela para acompanhar as investigações envolvendo diretamente o ministro, e receio entre parlamentares que poderiam ser alvo de inquéritos por uma CPI no Congresso.

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O Brasil precisar ser justo, o Paraguai tem razão em querer rever o acordo feito na época dos militares, o que não queremos para nós também não deveríamos desejar para os outros.

segunda-feira, 21 de maio de 2007

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Custo afasta usuário de tecnologia de produtos ecológicos


PARIS - Os consumidores ainda não estão prontos para pagar mais caro por produtos ecológicos, apesar da crescente preocupação de proteção ao meio ambiente, disseram esta semana executivos durante o Reuters Global Technology, Telecoms and Media Summit.
Multiplicam-se as idéias sobre maneiras de economizar energia, intensificar a reciclagem e usar mais materiais ecologicamente corretos, mas essas medidas não podem ser implementadas plenamente a não ser que os consumidores aceitem arcar com pelo menos parte do custo, disseram os executivos.
- Se a pessoa não estiver disposta a pagar um pouco mais em benefício do meio ambiente, não esperem que a indústria o faça - disse Russell Ellwanger, presidente-executivo da Tower Semiconductor, uma fabricante israelense de chips.
- A indústria tem sua responsabilidade, mas quem precisa ser responsável é o indivíduo - disse Ellwanger durante o evento, realizado em Paris.
O impacto das atividades do setor de tecnologia sobre o meio ambiente é menos visível do que o de setores mais pesados da indústria, como o petrolífero e gás natural ou o automotivo, mas empresas de tecnologia também são grandes consumidoras de energia e de insumos nocivos ao meio ambiente.
As questões ambientais estão em destaque, porque número crescente de cientistas vêm defendendo a tese de que os seres humanos são responsáveis pelas alterações climáticas do planeta.
- As pessoas começam a compreender que isso não só é algo que se faz para estar na moda, mas porque é absolutamente necessário - disse Barbara Schaedler, vice-presidente de marketing da Fujitsu-Siemens Computers, que faz da preservação do meio ambiente parte da promessa de marca da maior fabricante européia de computadores pessoais.
Alguns executivos mencionaram a rapidez com que o meio ambiente ganhou importância nas discussões globais e que cada vez mais as pessoas perguntam a suas empresas o que pretendem fazer a respeito.
- Ninguém tinha me feito essa pergunta, até três meses atrás. Mas esta é a segunda vez, em uma semana - disse Miles Flint, presidente da Sony Ericsson, produtora de celulares.
- A questão claramente vem ganhando importância na agenda das pessoas.
Mas a Sony Ericsson não está planejando nada radical.
- Eu não creio que vocês nos verão lançando correndo um celular ecológico - afirmou Flint.
Ele disse que a companhia continuará a remover componentes nocivos de seus celulares e aumentar os níveis de reciclagem.
A Fujitsu Siemens informou que 98% dos materiais usados em sua produção são encaminhados para reciclagem e recuperação de energia. Isso inclui tubos de raios catódicos e plásticos gerados por computadores, servidores e caixas automáticos.
Entretanto, a companhia admite que 100% de reciclagem é algo que provavelmente demorará "alguns anos" e que muitas das matérias-primas não podem ser reutilizadas.
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As indústrias não estão procupadas com isso pois já se sabe que o que interessa é o lucro. O que eles praticam é a chamada logística reversa, o recolhimento dos restos do produto comercializado que retorna a indústria para ser reciclado. O problema é que isso não é 100 % garantido, pois ainda assim milhares de dejetos são lançados no meio ambiente todo dia.

MEIO AMBIENTE

ONU estuda recompensar a redução do desmatamento no mundo

SEVILHA (ESPANHA) - A ONU estuda recompensar a luta contra o desmatamento com um mecanismo similar ao aplicado aos direitos de emissão de CO2, anunciou o diretor de Ordenação Florestal da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), o chileno José Antonio Prado. Prado, que esta semana participou em Sevilha (sul da Espanha) da IV Conferência Internacional sobre Incêndios Florestais, explicou que grupos científicos da convenção contra a mudança climática já trabalham no novo procedimento, denominado "desmatamento evitado'.
O dirigente da FAO explicou que o Protocolo de Kyoto estabelece os denominados Mecanismos de Desenvolvimento Limpo, que permitem às empresas descontar de suas emissões de CO2 os investimentos em energias renováveis realizados em países em desenvolvimento. De forma similar, o desmatamento evitado compensaria economicamente as atuações em reflorestamento em função do volume de CO2 que a vegetação protegida fixa da atmosfera.
Prado lembrou que a cada ano são perdidos 7,8 milhões de hectares de coberta vegetal (4 milhões por incêndios) no planeta, já que os 5,6 milhões de hectares replantados não cobrem os 13,4 milhões de hectares desflorestados. O representante da FAO considerou evidente que os incêndios "geram uma quantidade enorme de CO2', que aumentam a mudança climática. Isto ocasiona 'variações no clima que aumentam as primaveras em algumas regiões, causando mais incêndios mais devastadores'.
Lembrou que a FAO trabalha há anos para que todos os países assumam compromissos na luta contra os incêndios florestais e apliquem os critérios de gestão do fogo do organismo. Prado acredita que a ameaça global da mudança climática intensificará a cooperação com os países em desenvolvimento, pois a queima de florestas tropicais, por exemplo, repercute no aquecimento de todo o planeta.
Segundo disse, esta cooperação é 'muito importante' porque alguns países que produzem grandes incêndios 'não têm capacidade para enfrentar este problema'.
- Para a FAO, os incêndios florestais constituem um assunto prioritário há muitos anos, não só por seu tremendo impacto ambiental, mas também pelo social, já que põem em risco o meio de subsistência de muita gente - disse.
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Isso é sério, muito sério e tem de ser prioridade. Uma saída é a propaganda em massa dando conta do prejuízo para toda a humanidade.

domingo, 20 de maio de 2007

FLAMENGO COM SITE NOVO

FLAMENGO APRESENTA SEU NOVO SITE


O Flamengo deu uma melhorada no seu site, está mais charmoso e mais bonito, com a cara do Flamengo realmente, vale a pena conferir. Você pode acessar através do link acima ou a esquerda do blog, clicando em cima do nome "FLAMENGO".

sábado, 19 de maio de 2007

ECONOMIA

Economia brasileira cresce e produtividade cai, revela estudo

RIO - Enquanto a economia brasileira cresce mais e numa velocidade maior, o Brasil vem perdendo produtividade nos últimos seis anos. É o que revela estudo do economista Márcio Pochman, da Unicamp, publicado pelo jornal O Globo em sua edição deste sábado. Segundo o economista, a revisão das contas nacionais do IBGE mostrou que a economia brasileira, em 2006, foi 18,6% maior do que em 2000, enquanto que a produtividade do trabalho (divisão do PIB pelo número de ocupados) foi 1,1% inferior ao registrado no ano passado. Isso aconteceu, porque o universo de pessoas que exercem algum tipo de ocupação cresceu 19,9% no período, mais do que o PIB. Ao mesmo tempo, o universo de desempregados aumentou.
A causa principal para esse tipo de comportamento, segundo Pochmann, é a falta de novos investimentos.
O estudo de Márcio Pochman indica ainda que as novas contas nacionais trouxe à tona o aumento da desigualdade, que outras pesquisas do próprio IBGE apresentavam em queda. Segundo Pochmann, embora o atual governo tenha gerado mais empregos que o anterior, os novos postos não se sustentarão se a economia não crescer de forma mais vigorosa, com novos investimentos.
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Mesmo com o crescimento da economia, o desemprego também cresceu, bem, como mostra a reportagem acima, tal fato se dá devido a falta de novos investimentos. Com a economia em franco crescimento e o risco Brasil em queda, só podemos deduzir que o que impede novos investimento é a carga tributária que é muito alta. Em vez de querer tirar os direitos dos trabalhadores, o governo deveria se concentrar em como diminuir os seus gastos e com isso fazer uma reforma de verdade.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

CÂMBIO

Dólar tenta recuperação, mas recua por fluxo e risco

SÃO PAULO, 17 de maio de 2007 - O dia seguinte ao upgrade foi marcado pela realização de lucro. Os principais ativos financeiros operavam com viés negativo. No câmbio, o dólar comercial chegou a subir 0,66%, a R$ 1,966 na máxima do dia, mas encerrou a sessão com ligeira queda de 0,05%, vendido a R$ 1,953. Os ingressos de recursos, como sempre, e recuo da taxa de risco-Brasil, que renovou a mínima histórica, aos 143 pontos, conteve as pressões.
No ano, a desvalorização do dólar chega a 8,57%, número bem próximo dos 8,66% acumulado ao longo de 2006. Somente nos últimos quatro pregões, a divisa estrangeira perdeu 3,45%. Ontem, a agência de classificação de risco, Standard Poor's, elevou a nota de crédito, colocando o País a um passo do chamado "investment grade".
Ao longo do dia, a divulgação de que o índice de tendência econômica dos EUA, compilado de indicadores que tenta traçar um curso para a economia nos próximos três a seis meses, cedeu 0,5% em abril, contra alta de 0,6% em março, contribuiu com o movimento de ajuste.
A expectativa de que o Banco Central voltasse a agir com força também deu sua contribuição. No entanto, a autoridade monetária retomou a rotina dos últimos pregões e comprou cerca de US$ 900 milhões no mercado à vista, deixando de fazer leilões com swap cambial reverso.
"O dólar tende a seguir sua tendência mundial de baixa e pode bater no curto prazo, caso o BC mantenha o pé no freio, a um nível estimado entre R$ 1,90 e R$ 1,85", comenta um especialista.
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A queda do dólar tem suas vantagens e desvantagens, como por exemplo para as importações de matéria-prima onde o preço é praticado pelo dólar,tem sido ótimo, principalmente para indústria farmacêutica, já para as exportações , é exatamente o contrário, tem dado prejuízo .

quinta-feira, 17 de maio de 2007

COMBUSTÍVEIS

Gabrielli fala em rever preço do gás para reduzir demanda

RIO - O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou nesta quarta-feira que há um desequilíbrio entre a oferta e a demanda de gás no país e que por isso revisões de preço da commodity podem ser necessárias.
- Temos um problema de desequilíbrio entre o ritmo de crescimento na demanda de gás natural e o crescimento da oferta nacional, mais a importação de gás - afirmou o presidente da estatal durante palestra em evento no Rio.

- Acredito que em quatro ou cinco anos nós podemos equilibrar esses dois movimentos, seja pelo aumento da capacidade de oferta de gás nacional, pela abertura de novos projetos de GNL (gás natural liquefeito), seja pela contenção da demanda, através de um ajuste de preços relativos que parece inevitável no país - disse o presidente da estatal em evento no Rio de Janeiro.
O presidente da Petrobras acrescentou que a demanda por gás no Brasil tem crescido anualmente a um ritmo de 17%, patamar considerado elevado pelo executivo.

- A demanda cresce a 17 por cento ao ano e o preço vai ter que se ajustar. Nenhum setor pode crescer 17 por cento ao ano - afirmou.

- O preço do gás tem que acompanhar o preço do combustível alternativo (óleo combustível, comumente usado em termétricas).
Gabrielli prevê que até 2011 haverá um equilíbrio entre oferta e demanda de gás no país. Segundo ele, a produção nacional será de 71 milhões de metros cúbicos, o país vai importar 30 milhões de metros cúbicos da Bolívia e haverá mais 20 milhões de GNL.

- A demanda hoje é 42 milhões de metros cúbicos e na nossa previsão vai crescer para 121 milhões, portanto estaremos em equilíbrio em 2011 - concluiu Gabrielli.
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É a velha máxima da lei da oferta e da procura, houve um incentivo para se aderir ao gás natural como combustível, aí ,acontece que tem mais procura do que oferta e ainda todos esse problemas com as refinarias na Bolívia, ou seja, quem pretendia diminuir o prejuízo com esse combustível, vai ter uma bruta dor de cabeça, principalmente os motoristas de táxi que dependem disso.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

ECONOMIA

Economia dá novos sinais de aquecimento

--Economia dá novos sinais de aquecimento São Paulo e São José dos Campos (SP), 16 de Maio de 2007 - Indicadores como as vendas no varejo mostram que o País vive fase de forte crescimento. Importantes indicadores estão emitindo fortes sinais de aquecimento da economia. Vendas do varejo em alta, falta de equipamentos para o setor sucroalcooleiro por excesso de demanda, emprego paulista batendo recorde. Individualmente, as empresas também demonstram um fôlego considerável: a Embraer viu, no primeiro trimestre deste ano, sua carteira de pedidos crescer 50% em relação ao mesmo período do ano passado, saltando dos US$ 10,4 bilhões do primeiro semestre do ano passado para US$ 15 bilhões. Mantido o atual ritmo da economia, não será surpresa o PIB crescer além dos 4,1% hoje previstos pelo relatório de mercado do Banco Central e ficar bem próximo - ou até ultrapassar, avaliam os mais otimistas - os 4,5% defendidos pelo governo.
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São Paulo e 16 de Maio de 2007 - Indicadores como as vendas no varejo mostram que o País vive fase de forte crescimento. Importantes indicadores estão emitindo fortes sinais de aquecimento da economia. Vendas do varejo em alta, falta de equipamentos para o setor sucroalcooleiro por excesso de demanda, emprego paulista batendo recorde. Individualmente, as empresas também demonstram um fôlego considerável: a Embraer viu, no primeiro trimestre deste ano, sua carteira de pedidos crescer 50% em relação ao mesmo período do ano passado, saltando dos US$ 10,4 bilhões do primeiro semestre do ano passado para US$ 15 bilhões. Mantido o atual ritmo da economia, não será surpresa o PIB crescer além dos 4,1% hoje previstos pelo relatório de mercado do Banco Central e ficar bem próximo - ou até ultrapassar, avaliam os mais otimistas - os 4,5% defendidos pelo governo.
As vendas no varejo superaram as previsões e fecharam o primeiro trimestre com expansão de 9,7%, sem ajuste sazonal, segundo o IBGE. Em março, na comparação com igual mês de 2006, a alta foi de 11,5%.
No campo, pode sobrar cana-de-açúcar. A indústria de base não está conseguindo atender às encomendas. "São dores típicas do crescimento", disse José Carlos Toledo, presidente da ano será 13% maior e a produção de álcool 22% superior à de 2006.
Também impulsionado pela cana, o emprego da indústria paulista cresceu 2,25% em abril em relação a março, garantindo o melhor desempenho da série histórica, segundo o Ciesp. Na soja, a demanda interna está 7% superior à de 2006, enquanto a safra cresce 6%. O câmbio está ajudando a segurar as cotações em real no mercado interno.
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Mesmo com o crescimento, o desemprego ainda é muito alto, além disso o governo deveria ajudar fazendo uma reforma fiscal decente, diminuindo seus gastos e com isso os tributos, só assim as empresas contratariam mais rápido.

terça-feira, 15 de maio de 2007

MORALIZAÇÃO

353 empresas brasileiras unidas no combate à corrupção


O pacto empresarial brasileiro de combate à corrupção, organizado pelo Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, conta atualmente com 353 empresas e 76 entidades econômicas signatárias em todo o país. Segundo destacou o secretário-executivo da entidade, Caio Magri, o número é superior ao do pacto do Fórum Econômico Mundial, que não chega a 150 empresas filiadas.
Na semana passada, 20 empresas do Rio de Janeiro aderiram ao pacto nacional, além da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro(Firjan) e do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável(CEBDS). Os signatários concordam em combater a corrupção, improbidade administrativa, fraudes e crimes contra a ordem econômica, mantendo essa postura em todas as relações com governos, funcionários e fornecedores.
Caio Magri disse que a adesão é maior em São Paulo, devido a uma característica própria da relação das empresas com o movimento de responsabilidade social empresarial. As empresas que estão mais avançadas em práticas de gestão social responsável em todos os anos são as que têm de fato uma antena mais dirigida a essas questões e, portanto, estão aderindo com uma velocidade maior, afirmou o executivo.
A articulação do pacto no Brasil conta com seis grandes parceiros, que são o Instituto Ethos, Fórum Econômico Mundial, a Agência das Nações Unidas de Combate às Drogas e ao Crime Organizado(UNODC), o Comitê Brasileiro do Pacto Global, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (PNUD) e a Patri Relações Governamentais & Políticas Públicas. Existe interesse de países latino-americanos em copiar a experiência do pacto brasileiro.
Já assinaram o pacto companhias de São Paulo, Paraná, Amazonas, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Os próximos estados a aderir à iniciativa são o Rio Grande do Sul, no dia 22 de junho, e Santa Catarina, em agosto.
Foi identificado também um interesse potencial para adesão de empresas no Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Bahia. Magri acredita que até o final deste ano poderá ser cumprida uma agenda bastante dinâmica, de modo a ter quase todos os estados com base de associados Ethos e responsabilidade social aderindo ao pacto. A idéia é avançar nas regiões Centro-Oeste e Nordeste até dezembro.
A base jurídica do pacto nacional contra a corrupção é o marco legal brasileiro, ou seja, a Constituição, além de legislações específicas sobre a relação público-privada e as Convenções da Organização dos Estados Americanos (OEA), da ONU e da Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico(OCDE) e os princípios do Pacto Global.
As informações são da Agencia Brasil
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Comentário:
Nunca é tarde para começar, vivemos em um mundo cada vez mais movido pela corrupção, onde os valores éticos e da moral foram deixados de lado. O que importa é o lucro, é a vantagem de se estar sempre a frente do concorrente.Hoje, as universidades, já se preocupam não só a instruir os estudantes de administração a irem em busca do lucro, mas , com ética. A globalização trouxe além da competitividade voraz, uma falta de bom senso tamanha, onde o importante é levar vantagem. A corrupção atingiu patamares alarmantes, seja na política, na segurança, na justiça e entre os empresários, onde um velho jargão está na moda " não é nada pessoal, apenas negócios". É preciso recuperar os valores éticos que movem uma sociedade sã, olhar para o futuro e saber que o que plantamos hoje, será colhido mais a frente e sendo assim, o que será dos nossos filhos ?
Amauri

segunda-feira, 14 de maio de 2007

EMPREENDEDORES

Duas viúvas que aprenderam a reinventar seus negócios

Salvo engano, a empresária Maria Helena Magarinos Torres e a executiva Silvia Bessa Barreto não se conhecem, mas têm histórias de vida parecidas e até comoventes. A começar por um infortúnio comum: a morte prematura dos respectivos maridos, três filhos menores para criar e, de quebra, um negócio órfão de comando.
No caso de Maria Helena, a tragédia ocorreu em 1976, obrigando- a tomar a frente dos negócios enquanto seus três filhos menores não tinham idade para assumir o Laboratório Richet, fundado em 1947 pelo médico Hélio Magarinos Torres. Até então, ela cuidara apenas da área administrativa.
Hélio é patologista clínico e diretor médico do Richet. Os três, dando prosseguimento à obra do marido, construíram o Centro Médico Richet Barra. O Richet, hoje conhecido como “o laboratório dos exames raros”, foi crescendo de forma orgânica, mas optou por não se tornar uma unidade de massa em nome da qualidade. O terceiro filho, Paulo Leonel, trabalha no Richet como gerente técnico, encarregando-se de escolher os equipamentos sofisticados usados no laboratório.
Hoje, orgulha-se Maria Helena, o Richet possui, além da unidade de Botafogo, localizada no hospital Samaritano, instalações na Barra, integrada com o Centro Médico Richet. Mais a unidade da Tijuca e prepara-se para inaugurar mais três filiais em Copacabana, Ipanema e Leblon. O laboratório é o único a ter um centro de pesquisas próprio, onde são desenvolvidos testes exclusivos, conta Maria Helena.
— Fazemos mais de 3 mil tipos de exames, empregamos de 140 a 150 pessoas, equipamentos ainda inéditos no mercado brasileiro e uma obsessão pela qualidade — afirma Maria Helena, acrescentando que a receita média é estável, oscilando entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões por mês.
Também Silvia Barreto, que tratava das atividades administrativas da imobiliária do marido, teve de arregaçar as mangas e assumir novas responsabilidades na empresa. Contudo, um outro revés a esperava logo após a estréia. Na seqüência de um doloroso falecimento do marido, um advogado bem-sucedido e vítima de depressão no auge da carreira, o sócio dele decidiu pôr fim à sociedade sete dias após a sua morte, levando todos os clientes da empresa. Assustada com a “rasteira” e temerosa de que o aluguel dos três imóveis, uma pensão pequena e a poupança fossem insuficientes para custear as despesas familiares, Silvia tornouse uma ambulante, vendendo sanduíches naturais em Copacabana, em frente à primeira loja do McDonald’s instalada no Rio de Janeiro.
O negócio deu certo, atraiu uma clientela fiel e pelo menos quatro convites para abrir uma loja no lugar do quiosque, mas o temor de ser enganada de novo falou mais alto.
— Fiquei assustada, depois daquela experiência com o sócio do meu falecido marido, e preferi manter o pequeno negócio — conta ela, que desistiu do quiosque dois anos depois, em 1991, ao ser convidada para ser revendedora de uma linha de produtos de beleza.
Foi ali que deu os passos profissionais decisivos. Aprendeu o ofício, mas dois anos depois, vencida pela estafa, demitiu-se e, no meio do caminho uma suspeita de câncer, quase lhe tira a força para recomeçar. Silvia, que estudara escondida do marido, com quem se casara aos 21 anos de idade, formou- se em administração de empresas e fez um curso de especialização de executivos.
Usou todo esse arsenal na estréia na Mary Kay, a famosa empresa de cosméticos presentes em 34 países. Silvia virou a primeira diretora sênior da unidade no Rio de Janeiro, conseguiu recursos suficientes para formar as três filhas, fez uma série de viagens internacionais pelos resultados gerados pela multinacional norte-americana, e não tem nada a reclamar das incríveis trapaças da sorte.
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É mais uma inspiração para quem está passando dificuldades com o desemprego, retroceder nunca, render-se, jamais.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

CONFIANÇA

Brasil a um passo do grau de investimento

São Paulo e Brasília, 11 de Maio de 2007 - Apesar do crescimento moderado, Fitch eleva a nota do País, estimulada pelo avanço das reservas. A melhora na avaliação do País pela agência Fitch Ratings foi comemorada com entusiasmo pelo governo.Com o upgrade, a nota da dívida externa de longo prazo do Brasil passa de "BB" para "BB " e coloca o País a apenas um nível do "investment grade" (ou grau de investimento), classificação que, por indicar baixo risco, estimula os investimentos externos e reduz seu custo.
São Paulo e 11 de Maio de 2007 - Apesar do crescimento moderado, Fitch eleva a nota do País, estimulada pelo avanço das reservas. A melhora na avaliação do País pela agência duas agências de rating, a Standard & Poor?s (S&P) e a Moody?s, ainda faltam dois degraus a ser percorridos.

A decisão ocorre um mês após o lobby feito pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, junto às agências de classificação de risco durante viagem a

COMBUSTÍVEL

Bolívia aceita pagar US$ 112 milhões pelas duas refinarias

Brasília, 11 de Maio de 2007 - Brasil e Bolívia chegaram ontem a um acordo para a venda de duas refinarias da Petrobras no país vizinho. Depois de quatro dias de intensas negociações, a estatal boliviana de gás e petróleo YPFB aceitou pagar os US$ 112 milhões pedidos pela empresa brasileira na segunda-feira.
Brasília, 11 de Maio de 2007 - Brasil e ontem a um acordo para a venda de duas refinarias da Petrobras no país vizinho. Depois de quatro dias de intensas negociações, a estatal boliviana de gás e petróleo YPFB aceitou pagar os US$ 112 milhões pedidos pela empresa brasileira na segunda-feira. Inicialmente, a Petrobras, porém, queria US$ 200 milhões pelas refinarias.
O anúncio do acordo foi feito ontem pelo ministro de Minas e Energia, 20 horas. Apesar de ter sondado a Petrobras para continuar como sócia minoritária, a 100% das refinarias. Segundo o ministro, o pagamento será feito em duas parcelas.
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O presidente da Bolívia, Sr. Evo Morales está seguindo o presidente da Venezuela,Sr. Hugo Chaves no sentido de tentar quebrar o poder político do Brasil sobre as nações Sul Americanas. O Brasil tentar impor uma política de parceria com intuíto de fortalecer os países da América do Sul em relação ao resto do mundo, mas esses senhores insistem em andar na contra mão da história, com seus pensamentos Marxistas que na teoria é muito bom, mas na prática, não passa de pura utopia.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

IMPOSTO

Entidades assinam manifesto contra CPMF

SÃO PAULO, 9 de maio de 2007 - Representantes de aproximadamente 60 entidades assinaram, há pouco, um manifesto contra a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), cujo prazo de existência expira em 31 de dezembro deste ano. O documento agora será levado a outras instituições em todo o Brasil para a coleta de mais assinaturas e aumento da pressão sobre os parlamentares.
Por se tratar de uma arrecadação prevista de R$ 35 bilhões neste ano, o governo federal - que alega não poder abrir mão da receita levando em conta o comprometimento das despesas - já está se mobilizando dentro do Congresso Nacional em busca de adeptos à manutenção da cobrança do tributo.
De acordo com o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), o esforço do governo será muito maior do que o da sociedade. Isso porque, como se trata de uma emenda constitucional, para que a CPMF continue existindo são necessários os votos favoráveis de 308 deputados e 49 senadores. Mas, para que o tributo termine, 205 deputados e 33 senados devem se manifestar contra a sua prorrogação.
"Queremos forçar a redução de despesas pela queda das receitas", afirmou Bornhausen, fazendo coro ao presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. "É do governo o papel de identificar e reduzir seus gastos. Se perguntassem para mim, quais despesas precisam ser reduzidas aqui na Fiesp, eu diria", afirmou Skaf, lembrando que na Suíça existem apenas sete ministérios, que abrigam várias pastas. "Não vejo necessidade de o Brasil ter 36 ministérios", complementou o representante dos industriais.
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Está sendo votado o aumento de 28,5 % no salário do presidente da república, senado e câmara dos deputados, o momento é impróprio para tal, o presidente Lula deveria se empenhar não em dar continuidade a CPMF mas o contrário, já que ele, foi um combatente ferrenho a criação deste tributo antes de ser presidente.O governo precisa diminuir os seus gastos e não usurpar mais a sociedade trabalhadora.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

COMBUSTÍVEL

Brasil quer a África aliada à política do etanol

Brasília, 9 de Maio de 2007 - Governo conta com apoio do continente para transformar o biocombustível em commodity global. A estratégia brasileira para transformar o álcool combustível em uma commodity internacional inclui a conquista da África por meio da transferência de tecnologia para alimentos e biocombustíveis.Em um trabalho conjunto do Itamaraty e do Ministério da Agricultura, o governo planeja incentivar o plantio da cana-de-açúcar e a instalação de destilarias em países tão distantes quanto Botswana, Congo, Gabão e Tanzânia. Além de contar com ajuda dos africanos para transformar o álcool numa commodity, o Brasil espera, em um segundo momento, suporte do continente para o desejo do Palácio do Planalto de ter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Brasília, 9 de Maio de 2007 - Governo conta com apoio do continente para transformar o biocombustível em commodity global. A estratégia brasileira para transformar o álcool combustível em uma commodity internacional inclui a conquista da África por meio da transferência de tecnologia para alimentos e biocombustíveis. Em um trabalho conjunto do Itamaraty e do

terça-feira, 8 de maio de 2007

COMBUSTÍVEIS

Petrobras manda seu ultimato à Bolívia

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou nesta segunda-feira que espera receber no prazo de dois dias uma resposta da estatal boliviana YPFB sobre a venda das duas refinarias brasileiras nacionalizadas pelo governo do país andino em outubro do ano passado. "Estamos fazendo uma proposta de venda das refinarias. Vamos dar um prazo legal mínimo necessário, de um ou dois dias", disse Gabrielli, segundo o portal G1.
O executivo prometeu recorrer à Justiça, caso a estatal brasileira não seja atendida e indenizada pela nacionalização. "Se não tivermos acordo, vamos entrar na Justiça internacional com base no tratado de proteção de investimentos. Iremos também entrar na justiça boliviana caso não tenhamos acordo", disse.
Gabrielli não revelou o valor da proposta. Mas sabe-se as bases da negociação: os brasileiros querem 200 milhões pelas duas unidades. Já os bolivianos querem pagar apenas 70 milhões.
A estratégia revelada nesta segunda-feira pode ter sido uma reação ao mais recente passo dado pelas autoridades bolivianas no assunto. Neste domingo, o presidente boliviano, Evo Morales, assinou decreto que concede à YPFB o monopólio da exportação do petróleo e derivados produzidos pelas refinarias do país. Além disso, fixou preços para a venda, pelas refinarias, de derivados do petróleo - um aprofundamento da nacionalização iniciada em 2006.
Dessa forma, cai a margem da atividade de refino - caso das unidades da Petrobras. Gabrielli deu exemplo do que ocorrerá ao preço do petróleo cru reconstituído. No mercado internacional, o produto custa 55 dólares por barril, mas os bolivianos querem pagar só 30,35 dólares à Petrobras. "Essa medida da Bolívia reduz o fluxo de caixa da Petrobras no país e afeta fortemente as atividades da empresa", disse.
Por isso, adiantou o presidente da estatal, investimentos em território boliviano podem ser comprometidos. Novas ações em produção de gás natural, entretanto, continuarão fluindo, uma vez que existe a necessidade de importação do produto. Atualmente, o Brasil importa 24 milhões de metros cúbicos de gás por dia da Bolívia, cerca de 50% de seu consumo. "Mas vamos ser muito rigorosos na escolha de investimentos adicionais", disse.
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O que a Bolívia está fazendo é um retrocesso que pode impedir o crescimento do país, o Brasil que investiu pesado nesta parceria tem a obrigação de jogar duro com os bolivianos e se for o caso, apelar para a intervenção internacional.

segunda-feira, 7 de maio de 2007

ESPECIAL

FLAMENGO É CAMPEÃO CARIOCA DE 2007


Flamengo é campeão estadual pela 29ª vez

Na raça

RIO - O Maracanã lotado foi apenas um dos ingredientes da decisão histórica entre Flamengo e Botafogo neste domingo. Em um duelo emocionante que terminou 2 a 2 no tempo normal, o goleiro Bruno foi o herói nos pênaltis, defendendo duas cobranças e dando o 29º título estadual ao Flamengo.
O placar final foi 4 a 2 nas penalidades, quando o Flamengo teve mais tranqüilidade. Todas as cobranças rubro-negras de Renato, Roni, Juan e Leonardo Moura foram convertidas. Já pelo lado do Botafogo, Túlio e Luciano Almeida marcaram, mas Lúcio Flávio e Juninho perderam.
O jogo
O duelo começou a todo vapor. O Flamengo tomou a iniciativa e partiu para cima, criando a primeira boa chance logo no primeiro minuto em cabeçada de Renato rente à trave.
O Botafogo partia nos contra-ataques com perigo e velocidade principalmente pelos pés de Joílson, que encontrava facilidade para subir. Numa das jogadas, o lateral caiu na área e a torcida alvinegra pediu pênalti, mas o árbitro Djalma Beltrami nada marcou.
Após os 10 minutos, o que se viu foi um Botafogo mais ativo no jogo. Prova disso foram as duas oportunidades que a equipe alvinegra teve na entrada da área. Na primeira, Luciano Almeida bateu para fora. Na segunda, Lúcio Flávio cobrou bem, mas a bola desviou na zaga antes de sair para escanteio. O Botafogo tomava aos pouco gosto do jogo e partiu para cima. Aos 24 minutos, Zé Roberto teve a melhor chance da partida até então ao driblar dois jogadores e chutar sem ângulo para a defesa de Bruno.
Botafogo fica em campo no intervalo
A pressão botafoguense passou e ambos os times passaram a se respeitar mais na casa dos 30 minutos. O jogo perdeu em velocidade e em emoção. O Flamengo, por sua vez, errava muitos passes e criava pouco. O árbitro viu que dificilmente algo aconteceria no primeiro tempo e encerrou o jogo aos 45, sem dar qualquer segundo de acréscimo.
Na saída para o intervalo, alvinegros e rubro-negros deram as suas impressões sobre o jogo. O Botafogo preferiu permanecer o banco de reservas ao invés de ir para o vestiário.

- Precisamos somente sair com um pouco mais de velocidade. Estamos no caminho certo - disse Zé Roberto.

- Estou recebendo marcação individual muito forte. Tenho que me soltar mais para ajudar na armação - declarou Renato Augusto.
Segunda etapa eletrizante
Para o segundo tempo, o Flamengo voltou com Claiton na vaga de Jaílton. O time rubro-negro teve uma sensível melhora e, logo aos sete minutos, conseguiu abrir o placar. Juan fez grande jogada pelo lado esquerdo, passou por Joílson e cruzou na medida rasteiro para Souza completar para o gol. Flamengo 1 a 0.
Mas torcida rubro-negra não teve tempo de comemorar. Isso porque, aos 11 minutos, Lúcio Flávio cruzou, Juninho subiu entre Léo Moura e Souza cabeceando com estilo para deixar tudo igual. 1 a 1.

E, para dar um tempero a mais para a decisão, a emoção maior ainda estava por vir. Aos 15 minutos, Jorge Henrique acionou Dodô na frente. O atacante deu um lindo toque encobrindo o goleiro Bruno sacramentando a virada. 2 a 1.
O camisa 7 do Botafogo estava endiabrado e aos 20 quase fez o terceiro do time em chute forte que Bruno defendeu. Após alguns lances perigosos de ambos os lados, foi a vez da mística rubro-negra entrar em campo aos 27, quando Renato Augusto soltou uma bomba de muito longe surpreendendo o goleiro Max. 2 a 2.

Após o empate, foi a vez do Flamengo tomar as rédeas da partida e ameaçar com chutes de Juan e cabeçada de Ronaldo Angelim.

De olho no terceiro gol, o técnico Cuca promoveu a entrada de André Lima aos 43 minutos na vaga de Zé Roberto. Mas a equipe teve uma baixa e tanto aos 45. Após o árbitro assinalar impedimento errado de Dodô, o atacante chutou a bola para o gol e recebeu o cartão amarelo. Como já tinha um, acabou expulso.

O jogo foi encerrado e a decisão ficou para os pênaltis. Nas cobranças, deu Flamengo, que conquistou seu 29º título estadual da história.
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Venceu quem está acostumado a muitos títulos, quem tem intimidade com ele, o Botafogo tem um grande time, mas, que na hora da verdade, amarela. Agora, é mostrar aos uruguaios quem é que manda no Maracanã. Eu acredito nos 4 x 0.

domingo, 6 de maio de 2007

AQUECIMENTO GLOBAL

Conter aquecimento custa 3% do PIB global, diz ONU


RIO - O mundo ainda pode evitar uma catástrofe climática se investir mais em energias renováveis, conservação de florestas e tecnologias que limitem as emissões dos chamados gases-estufa. E isso pode acabar saindo barato.

A conclusão está no último relatório do IPCC, painel da ONU que reúne cerca de 2.000 cientistas que estudam o aquecimento global, seus riscos e as alternativas para evitá-lo.
O estudo, divulgado na madrugada desta sexta-feira, em Bancoc (Tailândia), indica que, para estabilizar as emissões de gás em um nível considerado aceitável, o custo seria uma desaceleração do crescimento mundial de apenas 0,12 ponto percentual ao ano, o que representaria, de forma cumulativa, 3% do PIB global em 2030.

Mas os cientistas deixaram claro que é preciso agir já. Se nada for feito e continuarem os padrões atuais de desmatamento e consumo de petróleo, as emissões de gases que provocam o efeito-estufa podem crescer de 25% a 90% até 2030.

A projeção tem como base o que aconteceu entre 1970 e 2004: uma elevação de nada menos que 70% nas emissões de gases-estufa, principalmente gás carbônico, o maior vilão do aquecimento global. Os maiores incrementos se deram nos setores energético (145%) e de transportes (120%).
Se as emissões nao se estabilizarem até 2030, as conseqüências são as já anunciadas nos outros estudos do IPCC: maior ocorrência de secas, elevação do nível dos mares, migrações massivas, extinções etc.

O IPCC ressalta que o custo de 3% do PIB para evitar a tragédia é uma média, e que algumas regiões terão um custo maior para se adaptar. O estudo não aponta com clareza quem terá de pagar a maior parte da conta, mas não deixa dúvidas sobre a responsabilidade maior dos países ricos pelo aquecimento.

Estados Unidos, Canadá, Japão e países europeus, com cerca de 20% da população mundial, emitem 46% dos gases-estufa.
As conclusões do relatório do IPCC coincidem com as de um estudo do Greenpeace, lançado no início do ano, intitulado "Revolução Energética". A entidade ambientalista defende a tese de que é possível limitar o aquecimento do planeta a 2 graus centígrados - patamar que não causaria tantos estragos - sem afetar o crescimento econômico. A saída proposta é um pesado investimento em energias renováveis, como a solar e a eólica (baseada nos ventos).
IPCC e Greenpeace divergem em um ponto fundamental, porém: o uso da energia nuclear. Segundo o painel da ONU, haveria efeitos benéficos para o clima se a energia nuclear substituísse parte da que hoje é gerada com a queima de óleo ou carvão. Mas o próprio IPCC reconhece que há restrições e riscos associados a esse modelo.
O cenário "pró-clima" do IPCC também aponta como fatores importantes o desenvolvimento de novas tecnologias de seqüestro de carbono, a adoção de padrões arquitetônicos que privilegiem a eficiência energética nas construções, o aprimoramento dos veículos híbridos e elétricos.
Entre as alternativas de menor custo e maior eficiência está a conservação e exploração sustentável de florestas - um setor em que o Brasil pode se destacar. O estudo indica que até 50% da meta de estabilização até 2030 pode ser alcançada com a redução do desmatamento e outras atividades relacionadas, como o reflorestamento e o cultivo de espécies usadas na produção de biocombustíveis.
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É lógico que ainda tem jeito, o problema é os países mais ricos que são os que mais contribuem com o efeito estufa e a degradação ambiental cooperarem abrindo mão de seus lucros .

sábado, 5 de maio de 2007

CAMPEONATO CARIOCA

Ney Franco confirma titulares no Flamengo

Ronaldo Angelim, Jaílton e Roni jogarão finalíssima contra o Botafogo

Diferentemente dos últimos jogos, quando só anunciava a escalação momentos antes das partidas, o técnico do Falmengo, Ney Franco, adiantou nesta sexta-feira o time que enfrentará o Botafogo no próximo domingo, na finalíssima do Campeonato Carioca. A equipe será: Bruno, Léo Moura, Irineu, Ronaldo Angelim e Juan; Paulinho, Jaílton, Renato e Renato Augusto; Roni e Souza.
Para o comandante rubro-negro, independentemente da escalação, o Flamengo já estava preparado para enfrentar o Botafogo. Para ilustrar suas palavras, Ney Franco citou o empate em 3 a 3 entre os times, na Taça Guanabara.
- Flamengo e Botafogo é um clássico de grande importância no cenário nacional. Já os enfrentamos jogando com um a menos no segundo tempo inteiro, na Taça Rio, e empatamos. Isso prova que o Flamengo tem competência para chegar e conseguir o título - afirmou o treinador em entrevista à Rádio Globo.
Ney Franco, que mostra confiança no título, explicou ainda que só mudará a escalação inicial do time caso algum jogador se lesione no treino deste sábado.
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O time do Flamengo não é tão inferior ao do Botafogo e se jogar com raça e marcando forte, poderá neutralizar o chegada da bola do meio-campo ao ataque do Botafogo. O Flamengo já virou um jogo em situação pior quando precisava fazer dois gols de diferença no Vasco em 2001 e conseguiu, venceu por 3 a 1 com aquele gol histórico de falta cobrada pelo Pet no finalzinho do jogo. Tudo pode acontecer, o negócio é torcer e muito.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

MEIO AMBIENTE

Etanol brasileiro é opção melhor, diz esboço do IPCC

A versão integral da terceira parte do relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU) deve mencionar que o etanol feito de cana-de-açúcar, como é produzido no Brasil, é ambientalmente uma opção melhor que o etanol feito de milho, principal fonte do biocombustível nos Estados Unidos, de acordo com um documento ao qual a BBC Brasil teve acesso.
O texto integral serve de base para o sumário que sugere novas políticas ambientais (Summary for Policy Makers, SMP em inglês).
Representantes de mais de 120 países estão reunidos em Bangcoc, na Tailândia, para estabelecer as conclusões do SMP da terceira parte do relatório anual do IPCC, que deve ser divulgado na sexta-feira.

O documento também deve recomendar aos países o uso em larga escala de outras formas de biocombustível e que haja um esforço para popularizar o consumo de etanol e de outros combustíveis à base de biomassa dentro dos próximos 15 anos.

Segundo Stephan Singer, chefe da unidade de políticas energéticas da organização não-governamental WWF, o Fundo Mundial para a Natureza, o etanol proveniente do milho é claramente mais nocivo ao meio ambiente do que o feito da cana.

“A produção do etanol feito do milho depende de agricultura intensa e utiliza muitos pesticidas, fertilizantes, que liberam gases causadores do efeito estufa como N2O (óxido nitroso).”

“Algumas pesquisas tem indicado que em termos de emissões de carbono, na média, o etanol americano produzido do milho pode ser até pior que o petróleo”, disse Singer à BBC Brasil.
Desmatamento
Em um estudo divulgado no começo deste ano, a organização não-governamental alemã Global Nature Fund sugere que o cultivo de cana-de-açúcar para produção de etanol está causando desmatamento na região do Pantanal.
Mas segundo Singer, da WWF, o etanol brasileiro não é a principal causa do desflorestamento. Ele aponta a indústria pecuária como razão do problema e defende a produção sustentável do biocombustível.
“Nós fazemos campanha para que o etanol vendido na Europa tenha um certificado de qualidade atestando que não é proveniente de áreas desmatadas.”
“Se o Brasil se esforçar para produzir etanol de maneira sustentável para o mercado europeu, e ele é capaz disso, acredito que há uma grande oportunidade de se gerar riqueza no Brasil com isso”, conclui Singer.
O SMP é uma versão resumida com as recomendações que os países participantes devem se comprometer a adotar, e por isso, a redação de seu conteúdo é sempre antecedida por intensa negociação diplomática.
Esta versão resumida do documento, à qual a BBC Brasil teve acesso, deve fazer referência a um maior uso de biocombustíveis, mas não deve especificar o etanol “made in Brazil”.
No capítulo de transportes, o resumo deve propor metas como a economia obrigatória de combustível, o investimento em transporte público, criação de impostos sobre automóveis e o estabelecimento de padrões para as emissões de gás carbônico até 2030.
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Comentário:
O Brasil saiu na frente a algumas décadas no procura de um novo combustível e não foi por causa da poluição ao meio ambiente e sim devido a pouca oferta de petróleo e das dificuldades impostas pelos árabes. De qualquer forma, estamos na frente de todo mundo e se o governo brasileiro for competente, podemos levar uma grande vantagem em relação aos chamados países desenvolvidos que vão ter de depender da nossa tecnologia, embora eles estejam fazendo de tudo para minar o álcool extraído da cana-de-açúcar dizendo que causa desmatamento o que é uma grande mentira. É possível investir na plantação da cana-de-açúcar sem causar desmatamento, o meio ambiente agradece.

IPC

IPC-Fipe acelera e fecha abril com alta de 0,33%


São Paulo, 04 de maio de 2007 - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) subiu 0,33% em abril, em linha com a estimativa do mercado. A alta é três vezes maior do que a registrada em março, quando o IPC-Fipe apresentou alta de 0,11%. O resultado representa a continuidade de um movimento de aceleração observado desde a primeira medição de abril, quando o índice subiu 0,12%, para depois avançar 0,16% na segunda quadrissemana e 0,25% na terceira prévia.
SÃO PAULO, 04 de maio de 2007 - O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (0,33% em abril, em linha com a estimativa do mercado. A alta é três vezes maior do que a registrada em março, quando o IPC-Fipe apresentou alta de 0,11%.
O resultado representa a continuidade de um movimento de aceleração observado desde a primeira medição de abril, quando o índice subiu 0,12%, para depois avançar 0,16% na segunda quadrissemana e 0,25% na terceira prévia.
No acumulado de 2007, o IPC-Fipe apresentou elevação de 1,44%. Em 12 meses, a variação é de 3,38%.
Vestuário puxou a alta de abril com ganho de 0,90%. O resultado é 0,89 ponto percentual maior se comparada ao 0,01% verificado em março. Em seguida vieram os grupos transportes (0,76%), saúde (0,66%), despesas pessoais (0,43%), habitação (0,26%) e educação (0,09%).
O grupo alimentação foi o único a apresentar deflação, com variação negativa de 0,13%. O recuo é de 0,75 ponto percentual se comparado a março, quando teve alta de 0,62%.
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Apesar das dificuldades, hoje, ainda é melhor do que nas últimas duas décadas onde era impossível saber o preço de qualquer produto já que havia aumento todos os dias.