SÃO PAULO, 17 de maio de 2007 - O dia seguinte ao upgrade foi marcado pela realização de lucro. Os principais ativos financeiros operavam com viés negativo. No câmbio, o dólar comercial chegou a subir 0,66%, a R$ 1,966 na máxima do dia, mas encerrou a sessão com ligeira queda de 0,05%, vendido a R$ 1,953. Os ingressos de recursos, como sempre, e recuo da taxa de risco-Brasil, que renovou a mínima histórica, aos 143 pontos, conteve as pressões.
No ano, a desvalorização do dólar chega a 8,57%, número bem próximo dos 8,66% acumulado ao longo de 2006. Somente nos últimos quatro pregões, a divisa estrangeira perdeu 3,45%. Ontem, a agência de classificação de risco, Standard Poor's, elevou a nota de crédito, colocando o País a um passo do chamado "investment grade".
Ao longo do dia, a divulgação de que o índice de tendência econômica dos EUA, compilado de indicadores que tenta traçar um curso para a economia nos próximos três a seis meses, cedeu 0,5% em abril, contra alta de 0,6% em março, contribuiu com o movimento de ajuste.
A expectativa de que o Banco Central voltasse a agir com força também deu sua contribuição. No entanto, a autoridade monetária retomou a rotina dos últimos pregões e comprou cerca de US$ 900 milhões no mercado à vista, deixando de fazer leilões com swap cambial reverso.
"O dólar tende a seguir sua tendência mundial de baixa e pode bater no curto prazo, caso o BC mantenha o pé no freio, a um nível estimado entre R$ 1,90 e R$ 1,85", comenta um especialista.
---------------------------------------------------------------------------------------------
A queda do dólar tem suas vantagens e desvantagens, como por exemplo para as importações de matéria-prima onde o preço é praticado pelo dólar,tem sido ótimo, principalmente para indústria farmacêutica, já para as exportações , é exatamente o contrário, tem dado prejuízo .




Rio De Janeiro Time

Nenhum comentário:
Postar um comentário