--Economia dá novos sinais de aquecimento São Paulo e São José dos Campos (SP), 16 de Maio de 2007 - Indicadores como as vendas no varejo mostram que o País vive fase de forte crescimento. Importantes indicadores estão emitindo fortes sinais de aquecimento da economia. Vendas do varejo em alta, falta de equipamentos para o setor sucroalcooleiro por excesso de demanda, emprego paulista batendo recorde. Individualmente, as empresas também demonstram um fôlego considerável: a Embraer viu, no primeiro trimestre deste ano, sua carteira de pedidos crescer 50% em relação ao mesmo período do ano passado, saltando dos US$ 10,4 bilhões do primeiro semestre do ano passado para US$ 15 bilhões. Mantido o atual ritmo da economia, não será surpresa o PIB crescer além dos 4,1% hoje previstos pelo relatório de mercado do Banco Central e ficar bem próximo - ou até ultrapassar, avaliam os mais otimistas - os 4,5% defendidos pelo governo.
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São Paulo e 16 de Maio de 2007 - Indicadores como as vendas no varejo mostram que o País vive fase de forte crescimento. Importantes indicadores estão emitindo fortes sinais de aquecimento da economia. Vendas do varejo em alta, falta de equipamentos para o setor sucroalcooleiro por excesso de demanda, emprego paulista batendo recorde. Individualmente, as empresas também demonstram um fôlego considerável: a Embraer viu, no primeiro trimestre deste ano, sua carteira de pedidos crescer 50% em relação ao mesmo período do ano passado, saltando dos US$ 10,4 bilhões do primeiro semestre do ano passado para US$ 15 bilhões. Mantido o atual ritmo da economia, não será surpresa o PIB crescer além dos 4,1% hoje previstos pelo relatório de mercado do Banco Central e ficar bem próximo - ou até ultrapassar, avaliam os mais otimistas - os 4,5% defendidos pelo governo.
As vendas no varejo superaram as previsões e fecharam o primeiro trimestre com expansão de 9,7%, sem ajuste sazonal, segundo o IBGE. Em março, na comparação com igual mês de 2006, a alta foi de 11,5%.
No campo, pode sobrar cana-de-açúcar. A indústria de base não está conseguindo atender às encomendas. "São dores típicas do crescimento", disse José Carlos Toledo, presidente da ano será 13% maior e a produção de álcool 22% superior à de 2006.
Também impulsionado pela cana, o emprego da indústria paulista cresceu 2,25% em abril em relação a março, garantindo o melhor desempenho da série histórica, segundo o Ciesp. Na soja, a demanda interna está 7% superior à de 2006, enquanto a safra cresce 6%. O câmbio está ajudando a segurar as cotações em real no mercado interno.
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Mesmo com o crescimento, o desemprego ainda é muito alto, além disso o governo deveria ajudar fazendo uma reforma fiscal decente, diminuindo seus gastos e com isso os tributos, só assim as empresas contratariam mais rápido.




Rio De Janeiro Time

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