A um mês do Pan, tensão no Rio é 'explosiva', diz jornal
Uma matéria publicada nesta sexta-feira no jornal argentino Clarín afirma que uma tensão "explosiva" tomou conta do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, a menos de um mês da realização dos Jogos Pan-Americanos na cidade.
Em um texto carregado de impressões, a correspondente do diário relata como os narcotraficantes "hostilizam abertamente" os policiais que desde a quarta-feira cercam a favela.
"Do alto do morro exibiam suas metralhadoras e granadas. E apontavam abertamente às forças de segurança governamentais, enquanto as incitavam a entrar no bairro para um confronto", descreve o texto.
"Faltava uma faísca para o pior", conta o Clarín. "A situação, na última hora, parecia a ponto de resultar em tragédia. Podiam-se escutar tiroteios esporádicos e também estouros de granadas."
O jornal lembra que a escalada de tensão se dá a 29 dias da abertura dos Jogos Pan-Americanos.
"Os governos nacional e estadual tentam garantir a segurança dos atletas e dos milhares de visitantes esperados para o mês de julho, mês das Olimpíadas regionais. Mas a audácia dos homens do tráfico desafia o poder oficial", diz o Clarín.
O texto observa que o contingente de cerca de 500 homens da Força Nacional – organismo criado recentemente pelo governo federal para conter a violência – "não parece ser suficiente para controlar a movimentação dos traficantes".
Uma matéria publicada nesta sexta-feira no jornal argentino Clarín afirma que uma tensão "explosiva" tomou conta do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, a menos de um mês da realização dos Jogos Pan-Americanos na cidade.
Em um texto carregado de impressões, a correspondente do diário relata como os narcotraficantes "hostilizam abertamente" os policiais que desde a quarta-feira cercam a favela.
"Do alto do morro exibiam suas metralhadoras e granadas. E apontavam abertamente às forças de segurança governamentais, enquanto as incitavam a entrar no bairro para um confronto", descreve o texto.
"Faltava uma faísca para o pior", conta o Clarín. "A situação, na última hora, parecia a ponto de resultar em tragédia. Podiam-se escutar tiroteios esporádicos e também estouros de granadas."
O jornal lembra que a escalada de tensão se dá a 29 dias da abertura dos Jogos Pan-Americanos.
"Os governos nacional e estadual tentam garantir a segurança dos atletas e dos milhares de visitantes esperados para o mês de julho, mês das Olimpíadas regionais. Mas a audácia dos homens do tráfico desafia o poder oficial", diz o Clarín.
O texto observa que o contingente de cerca de 500 homens da Força Nacional – organismo criado recentemente pelo governo federal para conter a violência – "não parece ser suficiente para controlar a movimentação dos traficantes".
=============== / / ===============
Na época da ditadura a palavra da moda era "segurança nacional", tudo era motivo para se manter a tal segurança nacional, mas cá pra nós, nesse momento eu sinto falta dessa energia dos militares não tem outro jeito, estamos em guerra e o governo ainda não se deu conta disso. Para enfrentar o tráfico tem de se usar tática de guerra. O tráfico desafia as autoridades de peito aberto, isso tem de acabar ou vamos ficar iguais a Colombia...




Rio De Janeiro Time

Nenhum comentário:
Postar um comentário